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	<title>Comentários em: Cultura Tecnológica</title>
	<link>http://blog.patrulleros.com.br/2006/04/19/cultura-tecnologica/</link>
	<description>Mais um blog disponibilizado pela Locaweb</description>
	<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 11:11:36 +0000</pubDate>
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	<item>
		<title>por: Thiago</title>
		<link>http://blog.patrulleros.com.br/2006/04/19/cultura-tecnologica/#comment-941</link>
		<pubDate>Mon, 28 Jan 2008 12:59:49 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.patrulleros.com.br/2006/04/19/cultura-tecnologica/#comment-941</guid>
					<description>Não conheço outras soluções nesse sentido. Alguém aí conhece?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não conheço outras soluções nesse sentido. Alguém aí conhece?
</p>
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	<item>
		<title>por: santos teixeira de oliveira</title>
		<link>http://blog.patrulleros.com.br/2006/04/19/cultura-tecnologica/#comment-932</link>
		<pubDate>Sun, 23 Dec 2007 00:22:02 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.patrulleros.com.br/2006/04/19/cultura-tecnologica/#comment-932</guid>
					<description>quero adquirir um programa melhor do que ibm via voice, vou esplicar porque, o ibm via voice o que eu falava  ele não entendia o comando. beleza?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>quero adquirir um programa melhor do que ibm via voice, vou esplicar porque, o ibm via voice o que eu falava  ele não entendia o comando. beleza?
</p>
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				</item>
	<item>
		<title>por: Eler</title>
		<link>http://blog.patrulleros.com.br/2006/04/19/cultura-tecnologica/#comment-98</link>
		<pubDate>Sun, 28 May 2006 13:02:59 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.patrulleros.com.br/2006/04/19/cultura-tecnologica/#comment-98</guid>
					<description>Só para esclarecer sobre o conceito LETRAMENTO:

Para Leda Verdiani Tfouni, o termo “iletrado”, bem como “iletramento” é impraticável, no que diz respeito à sociedades tecnologizadas.

"Afinal, não seria adequado a utilização do mesmo em uma sociedade considerada moderna e/ou industrializada, centrada na escrita, pois a possibilidade de existir indivíduos que não possuem nem um grau sequer de letramento é quase impossível. Por isso, acredita-se que é inconveniente afirmar que existe“nível zero” de letramento, não há veracidade nessa afirmação. Então, o que se propõe é o usode termos próprios, do tipo: níveis ou graus de letramento." 


Chegamos então à proposta de GRAUS DE LETRAMENTO, onde a autora parece negar que existam ILETRADOS absolutos. Esta afirmação gerou polêmica, mas se examinarmos bem, o que ela quis dizer e disse, é que  o termo é SEMPRE RELATIVO a um conhecimento específico. 

Uma pessoa que possui grau zero de letramento é o quê? ILETRADA. Seria o caso de uma pessoa que migrou de uma sociedade primitiva para a nossa. Ela seria iletrada em tecnologias digitais. Teria GRAU ZERO de letramento em tecnologias digitais. 

Magda Soares:
"Para ela, em sociedades grafocêntricas como a nossa, tanto crianças de camadas favorecidas quanto crianças das camadas populares convivem com a escrita e com práticas de leitura e escrita cotidianamente, ou seja, vivem em ambientes de letramento."

AMBIENTES DE LETRAMENTO, que expressão promissora.
Alguém arrisca formalizar um conceito?

Sobre sua questão, Paulo, tenho de pensar mais ;-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só para esclarecer sobre o conceito LETRAMENTO:</p>
<p>Para Leda Verdiani Tfouni, o termo “iletrado”, bem como “iletramento” é impraticável, no que diz respeito à sociedades tecnologizadas.</p>
<p>&#8220;Afinal, não seria adequado a utilização do mesmo em uma sociedade considerada moderna e/ou industrializada, centrada na escrita, pois a possibilidade de existir indivíduos que não possuem nem um grau sequer de letramento é quase impossível. Por isso, acredita-se que é inconveniente afirmar que existe“nível zero” de letramento, não há veracidade nessa afirmação. Então, o que se propõe é o usode termos próprios, do tipo: níveis ou graus de letramento.&#8221; </p>
<p>Chegamos então à proposta de GRAUS DE LETRAMENTO, onde a autora parece negar que existam ILETRADOS absolutos. Esta afirmação gerou polêmica, mas se examinarmos bem, o que ela quis dizer e disse, é que  o termo é SEMPRE RELATIVO a um conhecimento específico. </p>
<p>Uma pessoa que possui grau zero de letramento é o quê? ILETRADA. Seria o caso de uma pessoa que migrou de uma sociedade primitiva para a nossa. Ela seria iletrada em tecnologias digitais. Teria GRAU ZERO de letramento em tecnologias digitais. </p>
<p>Magda Soares:<br />
&#8220;Para ela, em sociedades grafocêntricas como a nossa, tanto crianças de camadas favorecidas quanto crianças das camadas populares convivem com a escrita e com práticas de leitura e escrita cotidianamente, ou seja, vivem em ambientes de letramento.&#8221;</p>
<p>AMBIENTES DE LETRAMENTO, que expressão promissora.<br />
Alguém arrisca formalizar um conceito?</p>
<p>Sobre sua questão, Paulo, tenho de pensar mais <img src='http://blog.patrulleros.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' />
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>por: Paulo C S Ventura</title>
		<link>http://blog.patrulleros.com.br/2006/04/19/cultura-tecnologica/#comment-96</link>
		<pubDate>Wed, 24 May 2006 12:26:37 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.patrulleros.com.br/2006/04/19/cultura-tecnologica/#comment-96</guid>
					<description>A conversa cresceu. À conclusão da Eler, que alfabetização não corresponde com apropriação, eu também cheguei e redigo o que eu disse alguns comentários acima. Precisamos, nós da disiciplina ECCT do Mestrado em Educação Tecnológica, avnçar ainda mais e verificar se essa lógica proposta pela Eler é funcional. O diretor do museu Exploratorium de São Francisco, USA, é francês e fundador e antigo diretor da Cité de la Science et de l'Industrie de Paris, e escreveu em um livro de sua autoria (antes eu assisti uma palestra dele na Sorbonne) onde afirma ter se assombrado com uma característica da cultura norte-americana, que seria o que ele chamoui de "cultura do aprender". Talvez os norte-americanos tenham mais curiosidade e menos preguiça que nós, brasileiros. Essa cultura do aprender seria uma predisposição para aprender o novo, para crescer intelectualmente, e todos, (todos = sociedade civil organizado) se empenham muito, e dispendem esforços e dinheiro, para colocar o conhecimento ao alcanse da maioria. Eu nunca tinha pensado assim antes a respeitos dos americanos. E tento entender e discutir essa cois de cultura do aprender. Sobre marketing e etc. pergunto: assistimos muita publicidade de celular na tevê mas não assitimos comerciais de computadores. Isso teria a ver com a apropriação das tecnologias? 
Paulo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A conversa cresceu. À conclusão da Eler, que alfabetização não corresponde com apropriação, eu também cheguei e redigo o que eu disse alguns comentários acima. Precisamos, nós da disiciplina ECCT do Mestrado em Educação Tecnológica, avnçar ainda mais e verificar se essa lógica proposta pela Eler é funcional. O diretor do museu Exploratorium de São Francisco, USA, é francês e fundador e antigo diretor da Cité de la Science et de l&#8217;Industrie de Paris, e escreveu em um livro de sua autoria (antes eu assisti uma palestra dele na Sorbonne) onde afirma ter se assombrado com uma característica da cultura norte-americana, que seria o que ele chamoui de &#8220;cultura do aprender&#8221;. Talvez os norte-americanos tenham mais curiosidade e menos preguiça que nós, brasileiros. Essa cultura do aprender seria uma predisposição para aprender o novo, para crescer intelectualmente, e todos, (todos = sociedade civil organizado) se empenham muito, e dispendem esforços e dinheiro, para colocar o conhecimento ao alcanse da maioria. Eu nunca tinha pensado assim antes a respeitos dos americanos. E tento entender e discutir essa cois de cultura do aprender. Sobre marketing e etc. pergunto: assistimos muita publicidade de celular na tevê mas não assitimos comerciais de computadores. Isso teria a ver com a apropriação das tecnologias?<br />
Paulo
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>por: Thiago</title>
		<link>http://blog.patrulleros.com.br/2006/04/19/cultura-tecnologica/#comment-88</link>
		<pubDate>Tue, 16 May 2006 14:42:29 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.patrulleros.com.br/2006/04/19/cultura-tecnologica/#comment-88</guid>
					<description>Falando de interfaces, vejam o "FAQ" desta página:

http://www.dtcom.com.br/default.asp</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Falando de interfaces, vejam o &#8220;FAQ&#8221; desta página:</p>
<p><a href="http://www.dtcom.com.br/default.asp" rel="nofollow">http://www.dtcom.com.br/default.asp</a>
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>por: Eler</title>
		<link>http://blog.patrulleros.com.br/2006/04/19/cultura-tecnologica/#comment-84</link>
		<pubDate>Sun, 14 May 2006 21:00:28 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.patrulleros.com.br/2006/04/19/cultura-tecnologica/#comment-84</guid>
					<description>Influência do nome do artefato tecnológico sobre seu uso social e aceitação cultural 

Entrevista: Adriana Souza e Silva, doutrora em Comunicação e Cultura - UFRJ. 

PESQUISADORA DEFINE O PERFIL DOS USUÁRIOS DE CELULAR NO MUNDO 

Por que no Brasil e nos Estados Unidos o celular é associado à tecnologia (celular) e não ao seu aspecto de mobilidade? 


O nome que se dá à tecnologia está relacionado ao seu uso social e à aceitação cultural. Nos países onde o celular possui maior índice depenetração, o aparelho adquiriu nomes que nãoestão relacionados à tecnologia, mas à relaçãohumana com o aparelho.

Por exemplo, os finlandeses o nomeiam kännykkä ou känny, o que se refere a uma extensão da mão. Também na Alemanha, um telefone celular é um handy. Em espanhol, chama-se le movil. A pesquisadora Sadie Plant notou, em um relatório para a Motorola, que em árabe, é chamado de el mobile, mas, geralmente, um telefone sayaar, ou makhmul (ambos os quaisse referem a carregar). Na Tailândia, é um moto. No Japão, é keitai denwa, um telefone transportável ou simplesmente keitai ou mesmo apenas ke-tai.Na China, é sho ji, ou ‘máquina de mão’. É interessante observar que o uso do celular nesses países não se restringe apenas à fala, incluindo mensagensde texto, jogos, internet e serviços de posicionamento. O uso como telefone, nesses casos, é geralmenteo menos importante.

A passagem do ‘telefone celular’ para um telefone ‘móvel’ ou ‘transportável com a mão’ evidencia a transformação de um aparelho tecnológico para um acessório pessoal.

E o que significa esta mudança?

A mudança de nomenclatura representa o momento em que a tecnologia não é mais considerada apenas uma ferramenta, mas se torna parte da personalidade e da identidade do sujeito. Nos Estados Unidos, o telefone celular é basicamente usado como um segundo (ou terceiro) telefone. No Brasil, apesar de ser muitas vezes o único telefone, o celular ainda é um aparelho para falar. Além disso, tecnologicamente, o Brasil (e a maioriados países da América Latina) seguiu os Estados Unidos, só recentemente investindo na tecnologia GSM, que é o padrão europeu.

Como a miniaturização das interfaces vaiinfluir no desenvolvimento dos celulares?

A miniaturização representa maior portabilidadee, conseqüentemente, uma relação mais “natural” com a tecnologia. O design também determina como e por qual público alvo essa tecnologia será usada. Por exemplo, no início, os celulares japoneses foram desenhados para caber no bolso da camisa dos executivos, sendo finos, longos e com telas pequenas. Além disso, os telefones eram, em sua maioria, cinzas e pretos, visto que deveriam ser ferramentas de comunicação neutras. Algum tempo depois, quando novos produtores chegaram ao mercado,se depararam com a necessidade de venderem algo diferente e, então, surgiram os telefones com flip. Para a surpresa de muitos, esses modelos com flip atraíram rapidamente as meninas, pois cabiam facilmente nas bolsas de mão. Além disso, a possibilidadede telas maiores facilitou a digitação de e-mails. O que aconteceu em seguida foi uma mudança do público consumidor: de executivos para adolescentes e, mais tarde, para um público mais variado. Hoje, os modelos com flip são os mais vendidos no mercado japonês. Algumas empresas, como a NTT DoCoMo, no Japão, e a Samsung, na Europa, estão investindo em pesquisa para tornar ocelular mais “vestível” (wearable), desenvolvendo modelos que podem ser usados como relógios depulso. Se pensarmos na ubiqüidade dos relógios depulso hoje em dia, é possível prever que a relação com o celular pode ser tornar tão ou mais natural, passando a ser um elemento embutido na vida cotidiana,ou seja, uma interface transparente. 



http://www.souzaesilva.com/reviews/13interview/R@T0804.pdf

ELER disse:
Como o Paulo bem colocou em sala e em outros blogs: a tecnologia celular no Brasil encontra-se ainda na fase de APROPRIAÇÃO. 


Mas acredito que é um nível bem básico de apropriação, ou talvez, seria correto dizer, em um estágio incial do processo de apropriação, mais avançado que ALFABETIZAÇÃO tecnológica mas um pouco distante do DOMÍNIO.

No estágio de domínio, seria possível a REAPROPRIAÇÃO Tecnológica - um indicador de letramento tecnológico e de cultura tecnológica.

Vejam que não concordo mais com a relação direta entre ALFABETIZAÇÃO e APROPRIAÇÃO.

Agora, vejo a ALFABETIZAÇÃO como uma condição para a APROPRIAÇÃO, embora não seja garantia de que esta ocorra.

Em síntese, continuo entendendo a relação entre os 4 conceitos desta forma:

A alfabetização tecnológica conduz ao letramento tecnológico (embora deva ocorrer simultaneamente à primeira) que caracteriza uma cultura tecnológica.

Em uma cultura tecnológica não é possível existirem sujeitos iletrados, embora possam existir analfabetos tecnológicos.

A apropriação não é conseqüência da alfabetização tecnológica, embora esta seja condição essencial para que o processo de apropriação tecnológica seja inciado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Influência do nome do artefato tecnológico sobre seu uso social e aceitação cultural </p>
<p>Entrevista: Adriana Souza e Silva, doutrora em Comunicação e Cultura - UFRJ. </p>
<p>PESQUISADORA DEFINE O PERFIL DOS USUÁRIOS DE CELULAR NO MUNDO </p>
<p>Por que no Brasil e nos Estados Unidos o celular é associado à tecnologia (celular) e não ao seu aspecto de mobilidade? </p>
<p>O nome que se dá à tecnologia está relacionado ao seu uso social e à aceitação cultural. Nos países onde o celular possui maior índice depenetração, o aparelho adquiriu nomes que nãoestão relacionados à tecnologia, mas à relaçãohumana com o aparelho.</p>
<p>Por exemplo, os finlandeses o nomeiam kännykkä ou känny, o que se refere a uma extensão da mão. Também na Alemanha, um telefone celular é um handy. Em espanhol, chama-se le movil. A pesquisadora Sadie Plant notou, em um relatório para a Motorola, que em árabe, é chamado de el mobile, mas, geralmente, um telefone sayaar, ou makhmul (ambos os quaisse referem a carregar). Na Tailândia, é um moto. No Japão, é keitai denwa, um telefone transportável ou simplesmente keitai ou mesmo apenas ke-tai.Na China, é sho ji, ou ‘máquina de mão’. É interessante observar que o uso do celular nesses países não se restringe apenas à fala, incluindo mensagensde texto, jogos, internet e serviços de posicionamento. O uso como telefone, nesses casos, é geralmenteo menos importante.</p>
<p>A passagem do ‘telefone celular’ para um telefone ‘móvel’ ou ‘transportável com a mão’ evidencia a transformação de um aparelho tecnológico para um acessório pessoal.</p>
<p>E o que significa esta mudança?</p>
<p>A mudança de nomenclatura representa o momento em que a tecnologia não é mais considerada apenas uma ferramenta, mas se torna parte da personalidade e da identidade do sujeito. Nos Estados Unidos, o telefone celular é basicamente usado como um segundo (ou terceiro) telefone. No Brasil, apesar de ser muitas vezes o único telefone, o celular ainda é um aparelho para falar. Além disso, tecnologicamente, o Brasil (e a maioriados países da América Latina) seguiu os Estados Unidos, só recentemente investindo na tecnologia GSM, que é o padrão europeu.</p>
<p>Como a miniaturização das interfaces vaiinfluir no desenvolvimento dos celulares?</p>
<p>A miniaturização representa maior portabilidadee, conseqüentemente, uma relação mais “natural” com a tecnologia. O design também determina como e por qual público alvo essa tecnologia será usada. Por exemplo, no início, os celulares japoneses foram desenhados para caber no bolso da camisa dos executivos, sendo finos, longos e com telas pequenas. Além disso, os telefones eram, em sua maioria, cinzas e pretos, visto que deveriam ser ferramentas de comunicação neutras. Algum tempo depois, quando novos produtores chegaram ao mercado,se depararam com a necessidade de venderem algo diferente e, então, surgiram os telefones com flip. Para a surpresa de muitos, esses modelos com flip atraíram rapidamente as meninas, pois cabiam facilmente nas bolsas de mão. Além disso, a possibilidadede telas maiores facilitou a digitação de e-mails. O que aconteceu em seguida foi uma mudança do público consumidor: de executivos para adolescentes e, mais tarde, para um público mais variado. Hoje, os modelos com flip são os mais vendidos no mercado japonês. Algumas empresas, como a NTT DoCoMo, no Japão, e a Samsung, na Europa, estão investindo em pesquisa para tornar ocelular mais “vestível” (wearable), desenvolvendo modelos que podem ser usados como relógios depulso. Se pensarmos na ubiqüidade dos relógios depulso hoje em dia, é possível prever que a relação com o celular pode ser tornar tão ou mais natural, passando a ser um elemento embutido na vida cotidiana,ou seja, uma interface transparente. </p>
<p><a href="http://www.souzaesilva.com/reviews/13interview/R@T0804.pdf" rel="nofollow">http://www.souzaesilva.com/reviews/13interview/R@T0804.pdf</a></p>
<p>ELER disse:<br />
Como o Paulo bem colocou em sala e em outros blogs: a tecnologia celular no Brasil encontra-se ainda na fase de APROPRIAÇÃO. </p>
<p>Mas acredito que é um nível bem básico de apropriação, ou talvez, seria correto dizer, em um estágio incial do processo de apropriação, mais avançado que ALFABETIZAÇÃO tecnológica mas um pouco distante do DOMÍNIO.</p>
<p>No estágio de domínio, seria possível a REAPROPRIAÇÃO Tecnológica - um indicador de letramento tecnológico e de cultura tecnológica.</p>
<p>Vejam que não concordo mais com a relação direta entre ALFABETIZAÇÃO e APROPRIAÇÃO.</p>
<p>Agora, vejo a ALFABETIZAÇÃO como uma condição para a APROPRIAÇÃO, embora não seja garantia de que esta ocorra.</p>
<p>Em síntese, continuo entendendo a relação entre os 4 conceitos desta forma:</p>
<p>A alfabetização tecnológica conduz ao letramento tecnológico (embora deva ocorrer simultaneamente à primeira) que caracteriza uma cultura tecnológica.</p>
<p>Em uma cultura tecnológica não é possível existirem sujeitos iletrados, embora possam existir analfabetos tecnológicos.</p>
<p>A apropriação não é conseqüência da alfabetização tecnológica, embora esta seja condição essencial para que o processo de apropriação tecnológica seja inciado.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>por: Thiago</title>
		<link>http://blog.patrulleros.com.br/2006/04/19/cultura-tecnologica/#comment-80</link>
		<pubDate>Fri, 12 May 2006 13:11:14 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.patrulleros.com.br/2006/04/19/cultura-tecnologica/#comment-80</guid>
					<description>Bom, em termos de grandes massas de pessoas com baixo nível de educação, acho que é bem capaz de dor e prazer resumirem as motivações.

Não sei se essa idéia me conforta ou me enoja, mas tenho a impressão de que é a verdade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, em termos de grandes massas de pessoas com baixo nível de educação, acho que é bem capaz de dor e prazer resumirem as motivações.</p>
<p>Não sei se essa idéia me conforta ou me enoja, mas tenho a impressão de que é a verdade.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>por: Matheus</title>
		<link>http://blog.patrulleros.com.br/2006/04/19/cultura-tecnologica/#comment-73</link>
		<pubDate>Mon, 08 May 2006 15:47:48 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.patrulleros.com.br/2006/04/19/cultura-tecnologica/#comment-73</guid>
					<description>A tecnologia é usada pelos mais diversos motivos e com as mais diversas finalidades, não só dor ou prazer. Acho que os principais motivadores para o uso e desenvolvimento de novidades são a &lt;strong&gt;preguiça&lt;/strong&gt; e a &lt;strong&gt;curiosidade&lt;/strong&gt;. Sobre a preguiça, li uma frase interessante uns tempos atrás (não me lembro mais do nome do autor): &lt;em&gt;"Eu trabalho duro todo dia pra poder trabalhar pouco."&lt;/em&gt; Basicamente ele queria dizer que procura formas mais eficientes de fazer seu trabalho para que as coisas sejam mais simples, menos doloridas e mais prazerosas no dia-a-dia.

Eu percebo muito a questão da curiosidade quando penso no espaço. Tem que ser a curiosidade que move cientistas de todo o mundo a descobrir a lógica que move todo o espaço e seus corpos e estruturas, dos maiores aos menores.

Voltando ao comentário da Eler sobre design e marketing, gostei muito dele. Eu nunca havia pensado nessa questão do marketing além da divulgação feita "normalmente" pelas empresas de TI. Será que o marketing de TI ainda é muito rudimentar e não conseguimos "seduzir" suficientemente nossos clientes e usuários?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A tecnologia é usada pelos mais diversos motivos e com as mais diversas finalidades, não só dor ou prazer. Acho que os principais motivadores para o uso e desenvolvimento de novidades são a <strong>preguiça</strong> e a <strong>curiosidade</strong>. Sobre a preguiça, li uma frase interessante uns tempos atrás (não me lembro mais do nome do autor): <em>&#8220;Eu trabalho duro todo dia pra poder trabalhar pouco.&#8221;</em> Basicamente ele queria dizer que procura formas mais eficientes de fazer seu trabalho para que as coisas sejam mais simples, menos doloridas e mais prazerosas no dia-a-dia.</p>
<p>Eu percebo muito a questão da curiosidade quando penso no espaço. Tem que ser a curiosidade que move cientistas de todo o mundo a descobrir a lógica que move todo o espaço e seus corpos e estruturas, dos maiores aos menores.</p>
<p>Voltando ao comentário da Eler sobre design e marketing, gostei muito dele. Eu nunca havia pensado nessa questão do marketing além da divulgação feita &#8220;normalmente&#8221; pelas empresas de TI. Será que o marketing de TI ainda é muito rudimentar e não conseguimos &#8220;seduzir&#8221; suficientemente nossos clientes e usuários?
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>por: ELER</title>
		<link>http://blog.patrulleros.com.br/2006/04/19/cultura-tecnologica/#comment-72</link>
		<pubDate>Mon, 08 May 2006 14:37:03 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.patrulleros.com.br/2006/04/19/cultura-tecnologica/#comment-72</guid>
					<description>Resumindo: as pessoas usam uma tecnologia para EVITAR DOR OU OBTER PRAZER?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Resumindo: as pessoas usam uma tecnologia para EVITAR DOR OU OBTER PRAZER?
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
	<item>
		<title>por: Thiago</title>
		<link>http://blog.patrulleros.com.br/2006/04/19/cultura-tecnologica/#comment-70</link>
		<pubDate>Mon, 08 May 2006 13:03:58 +0000</pubDate>
		<guid>http://blog.patrulleros.com.br/2006/04/19/cultura-tecnologica/#comment-70</guid>
					<description>Acho que acabamos chegando à questão: por que as pessoas usam uma tecnologia? O que as atrai, as estimula, as faz sair (mesmo que pouco) de sua zona de conforto para aprender algo novo?

1) Necessidade: Pode não ser a motivação mais divertida, mas certamente é uma razão forte.

2) Utilidade: Máquinas de lavar e carros podem ser enquadrar aqui (para boa parte das pessoas). Economizar tempo e evitar tarefas tediosas é um grande estímulo.

3) Prazer: Música, jogos e orkut. Uma tecnologia pode fornecer meios para satisfazer um desejo de uma pessoa e entretê-la.

Mas mesmo algo útil, divertido (e necessário, talvez) como um computador pode não interessar algumas pessoas. Acho que isso vem de uma característica humana que deve ser levada em conta sempre:

As pessoas são preguiçosas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que acabamos chegando à questão: por que as pessoas usam uma tecnologia? O que as atrai, as estimula, as faz sair (mesmo que pouco) de sua zona de conforto para aprender algo novo?</p>
<p>1) Necessidade: Pode não ser a motivação mais divertida, mas certamente é uma razão forte.</p>
<p>2) Utilidade: Máquinas de lavar e carros podem ser enquadrar aqui (para boa parte das pessoas). Economizar tempo e evitar tarefas tediosas é um grande estímulo.</p>
<p>3) Prazer: Música, jogos e orkut. Uma tecnologia pode fornecer meios para satisfazer um desejo de uma pessoa e entretê-la.</p>
<p>Mas mesmo algo útil, divertido (e necessário, talvez) como um computador pode não interessar algumas pessoas. Acho que isso vem de uma característica humana que deve ser levada em conta sempre:</p>
<p>As pessoas são preguiçosas.
</p>
]]></content:encoded>
				</item>
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