Pessoal, desde a data da marcação do casamento (11 de maio) 1 mês já se passou! Rápido, não?
Bom, até agora as providências do casamento num andaram muito rápido não… Ainda tenho que entrar com os papéis do processo matrimonial e para isso eu precisava marcar o curso de noivos, o que já foi providenciado. Quanto à recepção, o local já está praticamente definido e estamos para decidir entre dois buffets, a princípio. Vamos fazer degustações em breve, oba!
Estão na fila para execução, após local da recepção e buffet: decoração do salão, convites e confirmação dos endereços dos convidados, foto-filmagem e viagem de lua-de-mel. Acho que são as coisas mais importantes para serem resolvidas por agora. Depois temos que começar a olhar as roupas, terno e vestido de noiva. Ah, como eu gostaria de participar da escolha do vestido só pra ver a Pati experimentá-lo!
Ah, nesse primeiro mês o mais bacana que aconteceu foi a escolha dos padrinhos e madrinhas do matrimônio. Eu e a Pati escolhemos cinco casais cada um. 20 pessoas para participar pertinho conosco, lá no altar! Fico muito feliz pelas escolhas que fizemos. Da minha parte tenho a honra de convidar:
- Emerson (representante dos Patrulleros) e Tia Zizinha (irmã da minha mãe)
- Tio Antônio e Tia Déa
- Tia Cleide e Tio Edmílson
- ThiagoHP e Cristilene
- Paulinha e Thiago Chaves
Muito obrigado por aceitarem esse compromisso! A responsabilidade é muito grande, principalmente com o presente, que tem que ser muito bom!
Claro que é brincadeira, o compromisso maior é com a colaboração para que o casal seja feliz, unido e capaz de encontrar um caminho de paz e fé na vida.
19 de Junho de 2006 às 10:06
Matheus
Há alguns dias terminei de ler “O Código da Vinci”, como já comentado antes, e achei o livro divertido, diga-se de passagem. Pouco tempo depois, assisti ao filme, que estreiou nas grandes telas.
Mas antes mesmo da estréia do filme, eu já estava atolado nas discussões a respeito do tema. Parece que houve um temor generalizado de que a história do livro - ou do filme - abalaria a “fé mundial” de alguma forma. Vi várias reportagens sobre isso, recebi vários e-mails, e vi até alguns livros sobre o livro.
Em muitos desses casos, “líderes religiosos” tomaram a iniciativa de se manifestar publicamente a respeito do assunto abordado por Dan Brown, o que é bastante plausível e, na minha opinião, saudável. Seria um suposto outro lado da história.
Mas a minha pergunta é… que história? Parece que todos se esqueceram que trata-se de uma ficção. Um cara escreveu um romance que tange o mundo real como muitos outros romances. Cheguei a receber um e-mail com o título “A farsa do Código da Vinci”. Como pode uma ficção ser uma farsa?
Entendo que várias coisas no livro são fatos. Pelo menos foi o que aprendi da História, embora nem tudo seja realmente ensinado na escola, e embora também eu não entenda muito do assunto. Por exemplo, Constantino realmente deu um jeito de unir o Império Romano sob uma só “religião”. Para tanto, realmente ele fez o tão famoso “sincretismo religioso”. Basta olhar à nossa volta e vemos que ainda temos os reflexos disso na nossa sociedade.
Por outro lado, algumas coisas no livro são apenas especulações ou fatos parcialmente relatados. Por exemplo, os “evangelhos alternativos” tão citados no livro. Se não me engano, esses livros são, em sua maioria, de origem gnóstica, escritos a partir do segundo século [1]. O Gnosticismo era (ou é?) uma “religião” originada nessa época, mas não sei muito sobre isso. Sei que o apóstolo Paulo aparentemente alertou os colossenses a respeito dessas doutrinas que os rondavam naquela época [2].
Enfim, só porque uma ficção contém fatos reais, não quer dizer que ela é totalmente verídica como um todo. Mas, de qualquer forma, acho esse tema uma boa oportunidade para se questionar e se refletir a respeito de muitas coisas. Afinal, ninguém quer ser enganado. Mas para não ser enganado, é preciso investigar [3]. Isso é, se for realmente importante. Pra mim é. E pra você?
[1] Pra quem quiser dar uma olhada nos livros “apócrifos”: http://escrituras.tripod.com/
[2] A carta de Paulo aos Colossenses pode ser encontrada em qualquer Bíblia.
[3] Recomendo o livro “The Case for Christ”, de Lee Strobel.
Nota:
Arrisquei-me muito ao escrever isso, pois estou explorando um assunto do qual conheço pouco. Garanto que não menti, mas não garanto que não errei. Mas pra saber, você vai ter que investigar, hehe. A menos, é claro, que você já saiba ou que você seja um motorista de ônibus.
6 de Junho de 2006 às 21:21
Heringer